Moira 6th CD ~ ESP - PORT

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Moira 6th CD ~ ESP - PORT

Mensagem por Beatorisu em Qui Dez 16 2010, 15:26

Lembrando que: !

1- As traduções não são perfeitas. Nem de longe. Foram feitas somente com o intuito de que todos possam saber pelo menos do que se trata.

2- Conforme traduções melhores forem sendo feitas, provavelmente os topicos serão atualizado ou ... bem. entenderam.

3- A tradução a seguir foi feita por mim a partir do Japonês (romaji) e Espanhol. A base de romaji e tradução em espanhol provém do site:
White Crow - tradução para espanhol por Kurobara

Dito isso, vamos às traduções ~ n.n

MEIOU - Thanatos
Spoiler:
Cronos, o portador vertical do tempo
Bios, a chama horizontal da vida
O tecelão do universo o tece com esses dois fios
E quando eles são a razão de algo, o chamamos de destino... Moira.

Thanatos...

Thanatos, rei de Hades e senhor dos mortos
Os vivos temem o verdadeiro Deus da Morte
(eu sou a morte em pessoa)

Ama tanto a Ela como ama a Ele
Reis e escravos, sábios e prostitutas
Quer a todos por igual.

Quer tanto a você como quer aos mortos
Anciãos e jovens, poetas e heróis
Todos cairão igualmente.

Moira, se segues manipulando a vida das pessoas...

De todo ser vivente deste mundo
tirarei a vida, como castigo

bem vindos à Hades!

Estás morto, simplesmente morreu
Estás morto, simplesmente morreu

O destino lhe traiu, e sem motivo algum apareceste aqui
Está morto, simplesmente morreu.

Eu vou levar a princesa da luz
Eu vou levar a noiva manchada de sangue

Eu sou aquele cujo olhar inspira a morte
O dia que matem sua mãe, eu virei buscá-la
E todos seremos um.

O silêncio perpétuo de Thanatos... Seu olhar revela a morte.

Chegará um dia em que se dará conta
De que no mundo não haveria igualdade alguma (se ele não existisse)

Em este mundo governado por Deusas impiedosas
Não haveria igualdade alguma (se ele não existisse)

Sabes que cedo ou tarde chegará a inevitável despedida
Esse sou eu, Thanatos...

Moira, se segues manipulando a vida dos humanos
E lesando as pobres crianças assustadas... (Thanatos)

La la la... Todo ser vivo neste mundo
La la la... Salvarei de ti, como castigo.


JINSEI WA IREKO NINGYOU - Matrioshka -
A vida é como uma boneca matrioshka
Spoiler:
Alexey Romanovic Zvolinsky
O bilionário russo

Alexey: Eu sou Zvolinsky, o grande amante da antiguidade! Ah, não posso aguentar mais um minuto sem cavar!

Senhoras e senhores! Hoje vamos mostrar-lhes uma maravilhosa apresentação sobre minha esplendorosa vida! Abriremos o telão com uma crônica de minha miserável infância e já verão como essa história os fará soltar mais de uma lágrima!

Excelente! Excelente! Todo mundo a trabalhar! Agarrem bem a pá com os braços e vão estirando os gêmeos!

Em minha casa, em Russia, tínhamos uma grande estufa
E o triste é que não podíamos comprar um maldito tronco para quimar
Meus irmãos não deixavam de dançar nem um segundo
E mesmo que isso os aborrecesse, era melhor que estar quieto e morrer congelado

O presente do destino é uma uma matrioshka cheira de desgraças
Mesmo que abra todas as bonecas, apenas encontrará tristeza.

Alexey: Excelente! Excelente! Mas se vais a abrir ao público... Segurem-se, que vem a parte triste dos Zvolinsky!

O automóvel era tão brilhante que sua brancura cortava o vento
Corram, carroças! Ainda estamos muito devagar! Galopem pelo céu!
Minhas irmãs tiveram a barriga aberta várias vezes devido à enfermidades
Animo, Katsyuska! Outra injeção de prata e verás que ficará boa!

A vida é um presente, uma matrioshka cheia de absurdos
E por mais que abra todas as bonecas, delas apenas saíra dor

Alexey: Ah, senhoras e senhores! Que tenham preparado o lenço, que o prefácio terminou e agora começa a verdadeira tragédia!

A fratura feita na mesa ao lado da menina que repousa na cama
Está consumindo em chamas ainda, mais a economia desta pobre família
Papai trabalha como um escravo, nas minas de carvão
Mas um dia, uma caverna veio a baixo e ele morreu sepultado em seu interior.

É impossível escalar, a saída ficou muito para trás
E o muro tardará em cair o mesmo que tarda uma piscada

Na procissão do funeral da jovem falecida
Não há mais rastro do homem e da mulher que tanto amou
Mamãe segue trabalhando de sol a sol em um bordel
E seu excesso de trabalho é a gota d'água do vaso de sua maldição

Não importa o quão largo seja o espaço
Se as paredes vêm a baixo te sepultando em um sentimento de tristeza
TRISTEZA!

Elene: Querido... Querido!
Alexey: Woh, Elene! Minha querida mulher...! Ah, você encanta a mim, Zvolinsky!
Elene: Deixe de dizer tolices, sim? Como vão as escavações?
Alexey: A situação é favorável, excelente, tudo em ordem sargento! Justo agora estávamos tendo um descanso. E vocês? Como estão? Bem? Obrigado, obrigado...
Já basta! Todo mundo em marcha, voltemos à escavação!
WOH!

Escavemos, escavemos, e apenas tiramos terra.
Não sei quanto mais seguiremos assim
Os avarentos só sabem rezar pelo ouro
Outros pensam que ele é inútil

E você, apesar de tudo, não se rende jamais...

De tanto escavar há uma arena
E isso não parece ter fim
Os chegam a riqueza seguem ociosos
E riem de nós

Ainda assim, eu estou aqui para de ajudar...

Não estou aqui
pelo ouro ou pela fortuna
Não estamos aqui para sermos mundialmente famosos
A verdade
é que o que quero
A fazer se tornar realidade
Este sonho que arde em mim

Que destino nos dará Moira? Comédia ou tragédia?

A única coisa que busco, uma vez mais
é fazer ressurgir a “Lenda” no cenário da história...

Essa pobre família desgraçada já cai vagarosamente...
Mas eu, uma vez, não fui mais que um vendedor de mercado
Ainda agora me atormenta recordar daqueles dias de escravo
Mas eu sei que trabalhava pelo bem da minha vida

Minha família/Sua família tem sido o que me fez avançar na vida
E também, este antigo livro, que conservo como lembrança de minha mãe

O Destino é cruel, mas nunca deve temê-lo
Porque Moira nunca castigará aqueles que lutam pela vida!

A vida é um presente, uma matrioshka cheia de absurdos
E ainda assim nós seguiremos cavando
Até que não nos reste mais nada para cavar...

Alexey: Woooooh!!
Elene: O que foi?
Alexey: Wooh, Elene, finalmente! Finalmente!
Elene: Ah, não posso crer... !

SHINWA - Mythos
Mitologia
Spoiler:

No início dos tempos Caos chegou ao vazio
Pouco depois despertou a mãe da vida (Gaia)
Ela fez nascer criaturas a partir do mundo de Caos
Isso é o que chamamos de Gênesis, e a elas se conhece como Musas

Rythmos e Harmonia conceberam Hemera(manhã) e Nix(noite)
Melos e Harmonia conceberam Helios(Sol) e Feggari(lua)
Hemera e Nis conceberam a essência de Ge(Terra)
Helios e Feggari conceberam a essência de Thalassa(Oceanos)

A mesma mãe concebe de si mesma a terra e a vida
E finalmente concebe Thanatos, que é esse ultimo

Crono, o portador vertical do tempo
Bios, a chama horizontal da vida
O tecelão do universo o tece com esses dois fios
E quando eles são a razão de algo, nós chamamos de destino
Ah, Deusa, que tipo de mundo tece com seus fios?

O sexto horizonte
MOIRA

A melodia da Gênesis que tem começado a soar
É a era dos mitos, que nos vislumbram com sua luz

Quem é o narrador da história?
Eu sou o narrador
Quem é que canta sua música?
Eu canto sua música

Harmonia!

Ionia, Doria, Phygria, Lydia, Aioria, Locria

Harmonia!

O reino de Anemos (correspondente a Anatolia)
O reino de Mache (correspondente a Tracia)
O reino de Fotia (correspondente a Macedonia)
O reino de Ge (correspondente a Tesalia)
O reino de Fos (correspondente a Aétria)
O reino de Gionos (correspondente a Boiotia)
O reino de Ydos (correspondente a Laconia)


UNMEI NO FUTAGO - Didymoi
Gêmeos do Destino
Spoiler:
E então, o lugar no qual as irmãs desceram foi...

As montanhas cênicas de Arcádia
que posteriormente ficaram conhecidas por seus muitos paraísos

O espetáculo do crepúsculo de outono
Como uma criança que brinca e que ainda está para descobrir a malícia do mundo
E...
Conforme Chronos é tecido...
As engrenagens começam a se mover gentilmente, mais uma vez...

Dias de infância borrados aos quais Ele não retornará jamais
Nos quais acreditava que os pássaros, ao bater as asas
Podiam voar até o infinito

Dias de infância borrados aos quais Ela logo retornará
Nos quais acreditava que algum dia poderia ter em suas mãos
A lua refletida na água

Desde o dia em que nasceram
Sempre, os dois
Constantemente
ESTIVERAM JUNTOS

Criados por um pai gentil e uma preciosa mãe
Confiavam que seus dias permaneceriam assim por toda vida...

Os que enfrentam Moira, os que aceitam o Destino
Os que matam a Deusa, os que são sacrificados em honra do que está por vir

A astuta sombra do Escorpião

Scorpius: Aha! O encontramos, Polydeuces!
Polydeuces: G-General Scorpius...!
Scorpius: Ouvimos que exilado nessas montanhas vive o herói de Arcadia... mas, por quê? Por que deixaste a espada?
Polydeuces: Por mais que tente falar comigo não conseguirá que eu compreenda tuas ambições

Elef e Misia: Papai, mamãe, chegamos!
Scorpius: Oh, levem-nos!
Polydeuces: Delphina, por favor, fique com as crianças!
Delphina: Elef, Misia, por aqui!

Scorpius: As tropas de Laconia estão avançando sem cessar! Venha comigo e volte ao exército!
Polydeuces: E o que faz, se me nego a obedecer-lhe, Scorpius?
Scorpius: Então, se prepare para fazer companhia ao senhor de Hades!

Uma vez que comecem a girar, nada pode parar as engrenagens...

DOREI ICHIBA - Doloi
O mercado de escravos
Spoiler:
KYAH!

Gatogoto Olhe, quando gira a carroça Gakuburu A anciã brinca de assustar
Querem retornar a casa, mas não podem fazê-lo
E ainda que queiram voltar, não tem para onde ir

Bishibashi Quando se vê a correia do chicote Gakuburu O avô se inquieta estranhamente
Querem voltar a casa, mas não podem fazê-lo
E mesmo que queiram voltar, não têm para onde ir

Gira, gira, gira a carroça
Até onde Moira nos conduzirá dessa vez?
O calor do preso atrás de nós é a única coisa que ilumina nossa esperança

Arrastando os pés a cada passo...
-Onde, onde, onde nos levam?
Não serias capaz de imaginar...
-Mas porque, porque, porque temos de ir?
Com corpo cansado...
-Onde, onde, onde nos levam?
Dizem que estamos predestinados...
-Porque, porque, porque temos de ir?

A igualdade é uma mentira? Uma ilusão?
Um lugar no qual põe-se um preço a sua vida
Isso é o mercado de escravos, o mercado de escravos...

Suas mãos, agarradas tão forte, se separam,
e na ventania, um perde o outro de vista

MISIA!

As engrenagens giram e giram
até onde Moira nos conduzirá essa vez?
E agora, no horizonte invisível da história
De quem é essa luz que nos vislumbra?


Raijin iki no Eiyuu - Leontius
O herói do reino do Deus dos Raios
Spoiler:
O homem que domina os relâmpagos será um dia o rei do mundo

Leontius... O príncipe de Arcadia

Tingindo os campos com uma luz escarlate, o por do sol nos convida ao mundo
Tingindo nossas espadas de carmesim, nós os convidamos à vida

No crepúsculo, nas trevas de Thanatos...

O para os vivos é uma necessidade
Para os que morreram não passa de algo inútil
-Qual é sua vontade, antes de virar um cadáver?
Com seus punhos cerrados, suas mãos não podiam sustentar mais nada

No crepúsculo, nas trevas de Thanatos...

-Alteza!
-O que foi, Castor?
-Ah, será suficiente o valor de suas tropas e do poder de sua lança celestial para aterrorizar os invasores? As tropas de Laconia invadiram o recinto do templo, e parece que estão já estão evacuando...
-De acorod, obrigado!

Anatolia está sendo conquistada ferozmente pelos Bárbaros
em Illion, se levantam altas muralhas para impedir a entrada do inimigo.

A poucos dias desse enfrentamento entre irmãos Helênicos
Asseguro que o fluxo da história começará a acelerar

Quando se desconfia do oráculo, toda terra treme
Se pode interpretar de várias formas, e isso é o que preocupa os reis

De metais ainda mais fortes do que cobre verde, a besta armada em sua couraça
Protegido pelo escudo do vento
Com o poder de uma chuva de estrelas
Os deuses ensinaram as presas

Quando Helios for tragado por Erebenonos, nascerá um homem e com só isso começará a destruição.***


Isadora: Leontius, vê? Por suas veias corre o sangue do deus dos tronos, eles são seus irmãos...
-Parabéns, sua alteza!
Demetrius: Alteza, espero que deles saia num futuro esplêndidos herdeiros.
Irmã, sua majestade invoca seu oráculo, quer que lhe diga a sorte novamente
Isadora: Ah, Moira, mas... Que me diz?
Demetrius: Isadora, deve descansar um pouco, será melhor deixá-la sozinha.

Nota: ***
Helios é o sol. Eremennos é o mesmo que Érebo, que é a escuridão. “Quando Helio for tragado por Érebos” é uma metáfora para descrever um eclipse solar.


SHI TO NAGEKI TO KAZE NO MIYAKO - Ilion
A cidade do vento, da morte e do lamento
Spoiler:
Cassandra, Melissa e sua aprendiz, as prostitutas (hetarea)

Cassandra: Rápido, vocês duas! O sacerdote de Anemos está esperando!
Melissa: Se você que é novata o decepciona, não nos paga jamais! Mhh!
Misia: Perdão...

Não tem a força de uma Amazona
Mas tampouco é uma desajeitada qualquer
Nós vendemos beleza em troca de dinheiro e sinceridade

Não tem a inteligência de Sofia
Mas tampouco é uma puta ignorante
A partir de agora são corpo não será o de uma escrava,
mas sim de uma esplendorosa prostituta

Não vendemos primaveras com flores abertas e ares perfumados
Meninas e nada mais, o que não é o mesmo
Não tem de ter compaixão (Não é necessário) não somos idiotas
Não estamos falando de amor!

Cassandra: Bom, chegamos.
Melissa: Wow!
Misia: Aqui é... Illion?


Os escravos arrastam as pedras para construir uma muralha
E o som seco do chicote os golpeia
Escravos que pedem ajuda
E terminam caídos no chão, seus gritos em vão.

Muitos escravos levam em suas costas uma sinistra sombra...

São muitos os escravos
Que no fim, depois de tanto sofrimento, conseguem morrer
Algum escravos morrem pendurados
E suas almas correm até o submundo

Outros não podem ver a sombra...
Mas ele está consciente de sua existência, não sabe, entretanto, que essa é a sombre de Hades.
Aqueles que levam a sombra em suas costas morrem em pouco tempo, subitamente.

O jovem que cresceu envolto em amor e carinho
Tem de se contentar agora, envolto em raiva e ódio

Morrer agora seria uma sorte, ainda melhor morrer nesse instante
Se repetem uma vez e outra os gemidos de um bêbado,
E em seu colo arde o que resta de sua esperança

Moira não os domou para que terminassem como cachorros perdedores
E se como cachorros se tratam os escravos
não se esqueceriam nunca de mostrar suas presas

Antes de se por a correr, o lobo uiva para a lua...

Sacerdote: Gosta que lhe acertem assim? Sim? (tapas, gritos)
E aqui? Gosta? Gosta? Haha!! Vá, vá...
Elef: Merda, maldito sacerdote pervertido. Juro que o matarei algum dia!
Orion: Hey, menino, fez-lhe algum dano?
Elef: Nad, não me fez nem um pano.***
Orion: haha! Errado!
Hahahahhahahahaaa!!!

Todos os humanos (todos) carregamos em nossas costas o destino de mortais
Abraçamos (nos abraçam) e dessa forma preenchemos a solidão do amor
Contudo (todos nós) maldizemos nosso destino de mortais
Matamos (nos matam) e é assim que satisfazemos o vazio em nosso peito.

Sacerdote: Não fuja, gatinha...!
Misia: Ah! Me solta!
Sacerdote: Deixe-me ver essa carinha bonitinha...!

As lágrimas manchadas que caem por sua bochecha falam por ela
E com a ponta de sua língua vermelha ela cospe e foge (ouve-se um cuspido)

Elef: Você está bem?
Misia: Elef?
Elef? Misia! Oh, dê-me a mão e vamos fugir!
Misia: De acordo!

Orion: Vamos fugir sãos e salvos! Elef! (flecha)
Me chamo Orion!

Correndo das mãos, atravessando as portas de Ilion, Ilion
De baixo de um dilúvio de estrelas fugazes, no entardecer de Ilion, Ilion
As muralhas da morte e do lamento, levantadas em Ilion, Ilion
Estão bem atrás de nós, já estamos muito longe de Ilion, Ilion

Orion: Eu vou bater a marca!
Esse é meu <disparo da flecha envolta em chamas que voa e congela o céu!>
Elef: Idiota! Esse nome é muito comprido!
Orion: Cale a boca! Aí está a graça!
Hahahahah!!


Anemos nunca perdoa aqueles que profanaram a morada dos deuses
Sua ira se une com Boche(chuva) e concebem Thyella(tormenta)


Nota***: é feito um jogo de palavras aí. na tradução estava daño e naño. no original é tsuriya e tsura. Elef erra a palavra (de propósito ou não) e Orion diz que ele está errado e tals.


SEINARU SHIJIN NO SHIMA - Lesbos
A ilha da santa poetisa
Spoiler:
Sophia, a consagrada leitora de poesia...

Philis: Mestre Sophia, seu eu, Phillis.
Encontrei uma menina tirada da tempestade e tenho cuidado dela. Pensei que estaria tudo bem em vê-la.
Sophia: Entre.
Phillis: Com sua permissão. Em frente, Artemisia.
Misia: é... si-sim...

Ah, a tristeza é como a cor do mar
Pálida, azul
Ah, o sofrimento é como o ruido das ondas
As vezes forte, as vezes leve

As bochechas da menina irradiam beleza banhadas na cor das rosas
Mas é um jovem casulo que, molhado pela tristeza, ainda não florescera

Seus olhos fechados são como duas trevas
Obscuras, obscuras
As violetas fechadas são como o despertar de um sonho
Doce, as vezes amargo

Pode parecer que não há nada nesta ilha
Mas aqui nunca lhe faltará água, luz, nem amor
Bem vinda à Lesbos, as terras sagradas de Thalassa e Helios...
E a deusa Kallea dos braços brancos.

Tudo o que viu até agora
é a verdade do dia de hoje
Nada mais do que coisas sem sentido
Que conformam a cruel realidade

Mas deves saber que o mundo não é todo assim
Não é, Misia? É um prazer conhece-la.

Podes soluçar reclamando que é amargo, doloroso, injusto e arqueroso,
mas o fio branco do destino não é tecido por nós

Tens de ser forte e não temer, não tremer, não invejar e não guardar rancor,
para florescer com todas sua beleza e converter-se em uma mulher

O fio de Chronos segue sendo tecido...
A santa poetisa detecta o misterioso dom da menina
E mostra a ela uma nova forma de encarar a vida

As profundezas da água das recordações

Uma vez aqui eu amei mais que nada
a alguém, apaixonadamente a uma mulher
mas desgraçadamente, agora
muito longe de terminar o verão teve que marchar

O amor não é um escravo que podes usar como uma corrente
Nem é, por suposto, uma simples ferramente para conceber criaturas

Tens que aprender a amar o destino
Assim como amas o céu, a terra, o mar e as pessoas
Para converter-se na mulher que incluiu a tristeza como um alimento



HARUKA CHIHEISEN NO KANATE E – Horizontas
Do outro lado do horizonte distante
Spoiler:

“Milos, o poeta cego e seu discípulo...”

Elef: “Vamos, velho! Está ficando para atrás!”
Milos: “hahaha!”

O céu da viagem paira sobre o menino
(as palavras são a luz que irradia a mãe natureza)
Até os céus se espalha o poema do ancião
(Os poemos, são, nada mais que, a obra dos deuses)
O jovem sente respeito ao observar os altos céus
(Elef, recorda bem quais são os deuses da criação)
E desses mesmos céus azuis, o ancião ri
(A trindade de Rythmos, Melos e Harmonia)

Elef: “Por mais que repita sou incapaz de recordar!”
Milos: “hahaha!”

Revirando céu e terra, buscando a menina
(A mãe criadora de todas as coisas)
Arrasando através de milhas e milhas de oceanos
(Para Rythmos, é Moira. Para Melos, é Moira)
Atravessando as montanhas em busca da menina
(Primeiro fui “...”, e logo fui “...”)
Desejando em seu interior as planices de sua casa
(cada um é o que são suas palavras... cof, cof!)

Elef: “Tudo bem, avô?”
Milos: “Aah...”
Elef: “Quer que descansemos um pouco?”

Tocado pela graça do céu
Floresce o povo estelar
Confundidas no vento do destino
Brilham as estrelas gêmeas

Milos: “Essa, essa é sua estrela!”

Arcadia...
O sonho ao qual não regressará
Que felizes eramos, durante essa época
O crepúsculo desses dias de infância
Ainda agora, ao recordá-los, me estremecem o coração

Desgastadas pela chuva, duas lápides jazem juntas
Mas alguém se preocupou em enterrá-los, e haverá alguém que lhes traga flores?

Elef: “Pai, mãe...”
Milos: “Não perca a coragem nunca, Elef. A partir de agora, eu devo também me dirigir a Brentesium, pelo que terminam aqui seus ensinamentos.”
Elef: “Mas, mestre!”
Milos: “Levante, meu amigo, tens que levantar a cabeça e dirigir seus passos em direção a seu horizonte!”

O céu da viagem paira sobre o homem
(Elef, quando chegarem os maus tempos, deverás se dirigir a Lesbos)
Atrás do céu distante se levanta a ilha de Sophia
(Ali encontrarás uma conhecida minha que lhe será de grande ajuda)
Mais e mais milhas de viagem, agora em busca da mulher santa
(Em esses momento, é perigoso passar por Tracia e Macedonia)
Começa sua viagem, e o oceano o separa de seu mestre
(Para evitar os países em guerra, será melhor que sigas a rota marítima)

Milos “Meu amigo, confia no caminho que lhe ditam seus passos, recorda que nós somos <Os Mortais>!”

“Meu amado Elefseya, o poema épico dos guerreiros...!”

“Oe, ouviu isso? O do ganhador das olimpíadas de Anatolia”
“Ah, quem sabe se tratar de Orion, não?
“Ah, esse Orion. Ele que foi tragado por essa tormenta, rumores dizem que pertencem a família real, mas que foi abandonado.”
“Hey, gostaria de saber o que foi feito dele”
“Essas coisas...”
“Apenas Moira as conhece!”


SHISERU MONOTACHI NO MONOGATARI – Istoria
A história dos Mortais
Spoiler:

Ah, viajantes, em vossas espadas
Carregas a escuridão da morte
Até onde sopra o vento, agora que perdemos a noção do tempo?

Enquanto isso,
as tropas de Arcadia declaram guerra às Amazonas, terras lideradas pela rainha Alexandra.

O destino é, em sua mão
Um fio branca brilha ao
Eu, que não sei porque razão se
Porque tenho de seguir lutando?

Enquanto isso,
Alexandra: Se queres vencer, antes terás que passar por cima de meu cadáver!
Leon: Esse Leontius, sua lança nunca será capaz de atravessar uma donzela!
Alexandre: Me agrada ouvir isso, Leontius... Sabes que cedo ou tarde acabarás sendo meu, não se esqueça!

O fogo da batalha se expande pelo mundo
Muitas foram as vitimas que sofreram esses tempo tão perpétuos

Arcadia, esses
Seguirão alí as cordilheiras ardentes?
E quando chega o outono, uma vez mais
Recordarão ainda a esses irmãos?

Ainda agora meu coração de retorce de pena ao ver a escuridão envolver,
E pergunto ao céu: Em quem temos que confiar?
E o que é que devemos buscar?

Por trás de meu o “ritmo”
Ainda agora recorda da melodia
Abraçando estrelas que se parecem com você,
sinto como se estivesse sempre a meu lado

Não devemos dizer “adeus”, algum dia voltaremos a nos encontrar
Eles nunca disseram adeus, pois algum dia se reencontrariam

Esteja onde estiver, se vejo as estrelas
Sinto que estivestes sempre a meu lado

Adelfos era um
(Elef) Se o menino elege a espada...
Adelfe era um pouco
(Misia) Então a menina elege o escudo...

A carroça do destino segue avançando sem parar
Essa história continuará através de inumeráveis horizontes

Scorpius: Ah, Leontius, se não tivesses nascido... Agora o herdeiro do trono seria eu, fuhahaha!

Esta jóia que alcanças somente esticando o braço
Não é mais que se fundindo na palma de sua mão

Lutamos, nos odiamos, e seguimos derramando sangue.
Nesse mundo que amanhece e anoitece em guerra.

E nós, contra quem devemos lutar?
E a quem devemos proteger?
E pergunto ao céu: A quem devemos temer?
E quem devemos amar?

Todos nós somos “Os Mortais”
Somo a luz que se dirige à perdição

Ah, meu amigo, quem devemos acolher entre nós?
E quem devemos deixar pelo caminho?

Cedo ou tarde, as crônicas narram
A história dos mortais.


HOSHI MEGAMI NO MIKO – Artemisia
A Sacerdotisa da deusa das estrelas
Spoiler:

Em dado período de tempo
Pó de estrela até guiará ou enganar a raça humana

Uma menina ansiosa por seu amor. Uma mulher que é uma lunática por amor.
Igualmente sobre elas, a luz brilha.

As estrelas reluzentes tropeçam na escuridão
Tinindo o resplendor que chegará o dia de amanhã
O carro da deusa atravessa os céus
Como estouros de vendo aterrizando até o solo.

E se descobrem no céu, as doze constelações do zodíaco
Quem o pequeno príncipe vê ao observar a poeira estelar?

A mercê do céu, Leo (Leão) se lamenta.

As estrelas fugazes caem pacificamente
Tinindo o esplendor das luzes da manhã
Suspendido no céu está o poente da deusa***
O ultimo poente, que alcança até a cor violeta.

E se escondem no céu, as doze constelações do zodíaco
O que a virgem vê ao observar a poeira estelar?

A mercê do céu, Gemini (Gêmeos) treme
A mercê de Moira, Virgo (Virgem) cai rendida
Elef...
Para por à prova nosso valor
O céu nos põe obstáculos sem parar
E os humanos, sem duvidar
Aceitamos essa realidade sem exitar
Pois nada podemos fazer para evita-los
Mesmo sabendo o quão triste é esse destino.

Os visitantes ao por do sol, os convidados que não são bem vindos.
“Procurem!”
Os intrusos mal informados, o templo de Asteria.

“Chega! É o bastante!”
“Lena, acalme-se”
“Vocês! Receberam de repente as ordens para o por do sol?”
“Vamo-nos! Deixemos o resto com Philis.”
“Espere, Katrhina!
“Aqui é o tempo de Asteria! Ainda assim queres lutar?”
“Não vou tolerar tal blasfemia!”

Ah, as sombras do crepúsculo dançam
No oráculo...
Pressionando impiedosamente, uma voz pergunta...
Qual é sua decisão...

Me perdoe, Elef
Serei oferecida como sacrifício
Mas não posso me opor, essa é minha forma de obedecer Moira...
E então as estrela cintilam...

Misia...

Nota*** - Essa parte se refere ao arco-íris

SHISERU OTOME, SONO TE NI WA SUIGETSU -
A donzela morta, em sua mão se reflete a lua
Spoiler:

Uma oferenda para um deus cruel.
Sacrifício é o nome do ritual
Quem é o atacante e quem é o sofredor?
Destino seleciona as vitimas e as enterra fundo.

“Sinto muito, Elef.”

Neste mundo no qual nasci
Governado por deuses impiedosos
Consegui no fim ser essa flor, que sem temer, sem tropeçar, ama a tudo...?

Scorpio: “Hydra, aceite minha oferenda.”
Misia: “Essa voz...?”

Finalmente, com sua fragrância, floresceram as donzelas
Mas suas preciosas flores não durarão muito tempo, ainda assim...
Em seus lábios ardentes permanecerá esta canção de carmesim.
Porque depois de murcha a flor, a vida renascerá novamente.

Sophia: “Misia, há alguns dias veio ver-me um jovem, um menino com olhos idênticos aos seus...”

WAAH!

Que bonita era a lua quando agitada com seus tons de azul...
Mas não fique triste, que as luzes do passado são o presente de Moira...

Que bela era a Virgem, moribunda, coberta em um azul pálido...
Em fim nos encontramos, estive te buscando, seguindo seu rastro.

Ah, essa angústia não pode ser comparada a nada...
Sinto uma dor tão intensa,
que é como se tivessem partido meu coração em dois.

Entretanto recorde...
O egoísta que era nesses dias distantes
A lua refletida sobre a água
E você, tentando alcançá-la.

E agora, enfim, a tem entre suas mãos...!
Ah, adeus, até mais, minha outra metade...
Adeus, até mais, minha outra metade...
Adeus, até mais, minha outra metade...

“A poeira estelar cruza o céu, a fúria de Asteria
Oferecendo um arco e flecha aos valentes guerreiros
que invocaram o deus para castigar os bandidos que invadiram suas terras”


DOREITACHI NO EIYUU – Elefseus
O herói dos escravos
Spoiler:

“Liberdade ou morte...
Cravado na história está a prova da batalha que eles viveram.”

O menino, nesse dia, parecia uma ave
Que, conquistando os céus, se sentia mais livre que tudo
Sem saber que por capricho de Thyella,
Dos céus cairia uma tormenta que não cessaria até a última gota.

Onde nos levam agora?

Ah, meus filhos. Já se acostumaram com a inevitável dor da perda?

A mim já não me resta nada (a você, a você)
Venho perdendo a esperança pelo caminho (você, você)
Em mim, a fé é algo que perdi faz tempo

Um menino dessa época
Dos que haviam sido traídos pelo destino
Seu caminho para a vingança começa ao empunhar a espada obscura

Por meses e anos
Onde, onde, aonde vai?
Repetindo suas faces de loucura
Porque, porque, porque temos que ir?
Derramando seu sangue
Onde, onde, aonde vai?
A desgraça não tem fim
Porque, porque, porque temos que ir?

A igualdade é uma fantasia,
a única promessa que cumpriremos algum dia é a promessa da morte!

“Queres seguir matando?!”
“Chegue perto de mim!”
“WAAH!”
Eleseus “MOIRA!”

Nós humanos somos todos
tristes escravos do destino,
mas que sejam eles mesmo que escravizam
Não tem nenhuma graça.

Não se renda, siga lutando
A indefesa escravidão me dá desgosto
Se és suficientemente valente
para empunhar tua espada,
podes vir comigo

Orpheus: “Espere!”

Liberdade, ou morte

No tempo imparável, um homem chamado Amethystos
Conduzindo os escravos, se dirige ao reino dos homens encouraçados,
governado pelos bárbaros.

Se comparada à eternidade, que pertence aos deuses, a vida dos homens é momentânea.
As trevas invadem o mundo, os heróis se desvanecem como estrelas fugazes

O rei se transforma em uma marionete,
e a seta da poeira estelar atravessará o antigo guerreiro do passado.
O escorpião derruba o centauro, o leão dos tronos vence o escorpião.
A batalha dos heróis mortais se encaminha para um fim.

Passo a passo para o leste, conduzidos pelo destino
Os caminhos das bestas se cruzaram irremediavelmente.

SHISERU EIYUUTACHI NO TATAKAI -
A batalha dos heróis mortais
Spoiler:

Isadora “É o “lobo” de olhos púrpura, o portador da morte... Não podes lutar contra ele!”
Leontius: “Mas porque? Oh, mãe”
Isadora: “Tu, que não eres nenhum deus, realmente pretende morrer como um herói para que lhe recordem como tal?”
Leontius: “Mãe, aqueles que devem morrer me esperam!”
Isadora: “Não! Por favor, não vá... esse homem é...”
Leontius: “Ah!”
Isadora: “Leon, ah... Leontius!”

SIGAM O GENERAL AMETHYSTOS!

As crônicas de Mythos passam em um abrir e fechar de olhos
“Em caso de que siga garoando, pode trazer-nos problemas, a pesar de que esses covardes só atém em seu círculo de segurança.”
“Temos a vantagem dos arqueiros. Agora que Orion morreu, acabar com esses tipos demorará um instante.”
“Excelência, parece que o comandante dos inimigos...”
“Da a sensação de ser um louco imprudente...!”
“Sirius, suas tropas atacarão o leste. Orpheus, suas tropas avançarão pelo oeste. Faremos um ataque em pinça!”

Imortais!
A praia da morte, de cores vermelhas
Avança cultivando os homens imortais
Agora não são mais do que cadáveres mudos
Mas a história também os contempla.

No entanto,
Moira/O destino não os perdoou, nem sequer suas mais humildes esperanças

Mudaram por completo
E já não os beijam suas amantes
Pois os únicos que lhes beijam a carne
São os abutres

Eleseus: “Quanto tempo, Ilion. Não esqueça jamais de quem é o sangue que construiu essas muralhas que lhe protegem!”
“Esperamos suas ordens, majestade”
Eleseus: “Ao ataqueeee!!”

“Alteza! Ilion caiu..”
“Que?”
“Foram as tropas dos escravos, comandadas pelo incansável Amethystos.”
“Entendido... Esperamos que a benção de Anemos nos protejam”
“General, os súditos de Anemos vem tido a valentia de acabar com o herói Illiad. Tanto os escravos como o general, quem dera que se tenham convertido em súditos de deus.”

Regulus, tom ao poder das tropas dos Bárbaros
Zosma, toma o poder das tropas de Amazon
Castor, ajude as tropas de Ilion.
Somos os Arcadios! Até a vista, nos encontraremos de novo!

A deusa do destino é cruel, mas não tem porque temê-la
Porque Moira não sorrirá para aqueles que não lutam por suas vidas!

Nós homens não seremos escravos débeis para sempre
Lutem, enfrentem a deusa caprichosa,
Para que nos devolva nosso futuro!

Enfim, os caminhos das bestas se cruzam

Eleseus: “São eles, os guerreiros Arcadianos, que, governados por esse maldito rei, mataram Misia...”
Leontius: “Sou Leontius, filho do grande Demetrius. A partir de agora seremos inimigos fiéis!”
Eleseus: “Esperava por isso!”


Tempos de glória em que lutamos por nossa terra
Uma melodia infinita
Tendências que mudam, vidas que perecem como estrelas fugazes
Um flash momentâneo

“Amethystos, esse homem não é normal!”
“Esse homem, é um titã!”
“Mas como pode ser tão...”

A terra dos mitos, atravessada por heróis imortais
Heróis derrubados, companheiros mortos, o destino os abandonou.

Leontius -
“Amethystos, por acaso esqueceu de tua identidade helênica? Porque defende a invasão de Barbaroi?

Eleseus -
“O que minha terra fez por mim? Nada mais do que roubar-me aqueles que amo! Não me faças rir!”

Isadora: “Parem!”
Leontius: “Mãe!”
“Kwaah!”
“A, aah”!

Isadora: “Leon, Ellef, parem de uma vez...”
Leontius: “Mãe... Moira, o destino...”
Alexandra: “Não se vá sem mim, não ter perdoarei nunca, Leontius!”

SHINWA NO SHUUEN – Telos
O fim da mitologia
Spoiler:

E então...
… Os portões de Hades são abertos pela mão dos homens.
É isso, o sinal que termina o longo, longo Mito.
A cruel e implacável batalha, o início da Nekromachia...

Moira...
É este o mundo que tanto desejou?

A deusa, em silêncio, não conta nada.
Seguirá ainda viva, ou já terá morrido?

Irene: “Querido! Escute! Enfim, o fruto de nosso amor germinou em meu ventre!”
Alexey: “Woooooh!”
Irene: “O médico disse que, com certeza, serão gêmeos...!”
Alexey: “Oooh, Irene! Minha querida esposa...! Horoshoo, Horoshoo!!”
Irene: “Mas com calma!”
Alexey: “Me parece que já decidi há muito tempo os nomes que darei a eles...!”

Tal como uma anciã, uma menina, uma poeta,
Mythos conta a lenda
A criadora, a mãe da vida, a deusa do destino:

MOIRA

Nunca ninguém a viu com seus próprios olhos...


KAMI NO HIKARI
Luz de Deus
Spoiler:

Assim como é... Você está intrigado com as perguntas → chega a soluções errôneas → e cai em um mar de degeneração
Você apenas... Cobiça o amor → priva a vida → e lança cinzas no céu

Ah... Você traiu o fogo, contaminou o vento
Ah... Você massacrou a terra, envenenou a água

Em pouco tempo, vocês humanos matarão os deuses, mas então perderão todo o medo?

“Mesmo assim, vão em frente e conquistem, crianças!”

Chronos, a portador vertical do tempo ----
Bios, a chama horizontal da vida ----
O tecelão do universo usa as duas linhas... Se esse é o motivo pelo qual os chamamos de destino...

Moira...

… Thanatos

Moira?

_________________
Nothing seems to be written in the textbook of love



gif by Phii ~

Spoiler:





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